Eu vou, e estou nos lugares, e ouço suas músicas, e converso suas conversas, bebo dos drinks e ocupo a boca com alguma comida apenas porque não quero usá-la para dizer o que sinto: que nada daquilo é meu, que nada disso faz sentido, que meu lugar não é ali.
Não quero ser apresentado a uma profissão, não quero um network: quero pessoas, quero seres humanos, quero amigos e pensamentos próprios.
Este é Fulano. Ele é publicitário.
Entenda: pouco me importam suas roupas e grifes, pouco me importa o que ela disse dele, para onde foram ou vão os outros que são apenas isso: os outros.
Este é Cicrano. É advogado.
Se o que fazemos confunde-se com quem somos, eis porque, agora, faço-me muitos.
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4 de set. de 2007
:: Festa ::
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