Sou melhor com a palavra escrita do que com a palavra falada.
O que me sinto a vontade para dizer pelas letras de fósforo, não sinto no cara a cara.
Vejo fugir das mãos as oportunidades que crio diante dos olhos.
É como encontrar o padre após a sinceridade do confessionário; o pavor da conversa de elevador e do “adorei te conhecer, boa noite.”
Às vezes acho que é melhor manter a imagem protegida pelo logoff.
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